O salvador branco
Uma coisa é saber que se nasceu geograficamente privilegiado, ver o sofrimento noutras latitudes e querer fazer algo para ajudar.
5 pequenas ferramentas que melhoram o meu dia-a-dia
Principalmente online
Uma série e um livro terminados
um Domingo de "finalmentes"
Desafio: 1001 Album Generator
Ou a viagem pela música que eu precisava de fazer
Será que gosto mesmo de rock?
Ou será que foi por influência dos tempos da minha juventude?
Mapa das estradas romanas
e a Rua da Batalha do Viso
"1001 Books to Read Before You Die" That Have Survived 4 Rounds of Culling
Source: http://bucketlistbookreviews.com/the-lists/differences-between-the-original-and-current-1001-lists/
Coisas que ficaram dez anos depois de GTD (e Bullet Journal)
Nota que escrevi em 2020
O meu sonho ainda é trabalhar na Biblioteca
mesmo já tendo quase 47 anos de idade
Conversas com escritores
por Isabel Lucas
Taekwondo
Vamos ver se mudamos a cor do cinto
Pequenas coisas como estas
A adaptação para o cinema do livro homónimo da Claire Keegan
Português no 12.º ano: alunos devem ler 60 minutos por dia e Saramago pode deixar de ser obrigatório
30.03.2026
Como água para chocolate
De Laura Esquivel e HBO Max - 22.03.2026
Book Bingo 2026
Um desafio para enfrentar a pilha de livros comprados, mas não lidos
Mudou a química do meu cérebro
Ou porque deixei de pontuar os meus livros - Parte II
Ler é um icebergue
Tenho pensado muito sobre isto: cada livro pesa.
Crónicas e ginástica
Neste estranho e denso mundo da astrologia, que eu vou estudando de forma intermitente no meu tempo livre, há sempre algo que passa a ser mais enigmático quando descodificado, do que era antes. O mapa astral que mais tenho estudado tem sido o meu e há duas casas que têm se mostrado um verdadeiro enigma para mim: a Casa I, que é a forma como nos apresentamos ao mundo e a casa XII, que é a forma como nos "escondemos" do mundo. Estranhamente são também estas as duas casas de dominam o meu mapa, onde estão colocados os seus planetas regentes e Nodo Norte.
Sharp Objects - Minisérie
Há dias pensei: "Onde anda a Gillian Flynn? Será que publicou mais alguma coisa desde o Gone Girl?" Ler o Gone Girl foi uma experiência e peras. O filme, nem por isso. Talvez por isso tenha começado a ver o Sharp Objects, série adaptada do livro homónimo, com algum receio. O Sharp Objects não li, mas quero ler. A série recomendo, com algum cuidado. Uma das poucas coisas que eu gosto da cultura americana é o "Southern Gothic": toda uma cultura sustentada na memória de uma região que perdeu a guerra civil, que resiste com tradições à base de recriações teatrais da guerra, da ingestão de álcool a meio da tarde em bares manhosos, e do uso indiscriminado das armas. E crime. Há sempre crimes violentos numa cidade pequena. Sharp Objects tem isso tudo. Apesar de ser uma excelente atriz, Amy Adams não é muito convincente no papel de alguém filha da região. Mesmo assim a história é cativante não por ser um retrato da cidade pequena com crimes a acontecer, mas porque é uma história da Gillian Flynn. Ela é exímia em retratar a mulher quebrada e traumatizada, o lado negro da psyche feminina que é escondido porque a sociedade não permite a demonstração aberta do trauma por parte das mulheres. E eu adoro isso. Adorei no Gone Girl e adorei neste Sharp Objects também. Agora só falta ver o Dark Places.
O desafio de leitura da Rory Gilmore
Talvez a série "Gilmore Girls" já não faça parte do dia a dia televisivo desta geração mais nova, mas para mim e muitos outros da minha idade esta era uma série de conforto, leve no tom mesmo quando abordava problemas sérios. A Rory Gilmore, adolescente da série, andava com um livro sempre consigo, o que se reproduziu em centenas de livros lidos enquanto a série esteve no ar. Isso levou que alguém fizesse o levantamento dos livros que surgiam a cada episódio, compilasse uma lista e a publicasse. Foi graças a essa lista que descobri um dos meus "websites" favoritos: O "List Challenges". Este website tem listas divididas em 4 categorias: