Uma coisa é saber que se nasceu geograficamente privilegiado, ver o sofrimento noutras latitudes e querer fazer algo para ajudar.
Outra coisa (e é isto que me incomoda tanto) é fazer vista grossa ao facto do privilégio vir da exploração económica de outros e viver bem com este síndrome de salvador branco, que vai com os amigos distribuir "cenas" pelos povos coitadinhos.